Fomos críticos à forma como foi gerido o parque industrial, o que nos deu uma futura razão, por isso se deve mudar o paradigma.
Fazer um estudo alargado para a médio prazo, exista em residências com quintais ou hortas, para a existência de um ramal de água sem tratamento (com menos custos financeiros) destinada somente à rega, incluindo zonas verdes públicas do concelho.
Na energia, rever negociações com a EDP Norte, no aluguer por esta à PT,
a passagem das linhas, sem que a Câmara tire qualquer beneficio, quando
os terrenos de passagem são vias públicas.
O turismo, em que a CDU sempre se bateu, ao ponto de ter apresentado um
plano para estudo em 1998, num conceito interdependente e integrado,
mobilizando as juntas de freguesia no aproveitamento das riquezas
naturais, culturais e sociais.Aproveitando o turismo religioso, fazendo uma planificação de mobilidade entre os vários monumentos existentes do Concelho.
Comércio local e tradicional, deve haver apoio na reabilitação da
associação comerciantes locais, onde cada vez mais sofre a fusão das
grandes superfícies, para isso a sua unidade é fundamental.Na agricultura familiar a que mais predomina, aproveitar a concretização do entendimento entre a CNA-Confederação Nacional dos Pequenos e Médios Agricultores, sendo aprovado pelo governo o Estatuto para Pequena Agricultura Familiar.

A floresta com as experiências nefastas pro
duzidas pelos governos PS e PSD/CDS, têm sido o desastre total, é necessário que estas políticas sejam postas de lado e traçar um novo caminho, onde as câmaras têm uma palavra a dizer, mas sem a gula de se apropriarem e destruir a propriedade social Baldia, mas apoiar a gestão ordenada destes, pelas populações.
O rio Minho deve ter um tratamento especial, entre o poder local e poder local de Tuy em conjunto de acções.


Sem comentários:
Enviar um comentário